Turista é ferida por arraia no Rio Araguaia

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a moradora de Goiânia, de 31 anos, foi atingida pelo ferrão do animal quando tomava banho em Itacaiu, no município de Britânia-GO.

Por G1-GO 11/07/2019 - 23:51 hs

A temporada do Araguaia nem bem começou e uma mulher já ficou ferida no pé por conta do ataque de uma arraia no rio. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a moradora de Goiânia, de 31 anos, foi atingida pelo ferrão do animal quando tomava banho em Itacaiu, no município de Britânia-GO. 


“Ela veio acampar e estava em um bar em Itacaiu. Ela entrou na água para tomar banho e foi atingida pela arraia. A nossa equipe foi acionada e a trouxe até o porto de barco, onde uma unidade de resgate (ambulância) já estava aguardando para levá-la até o hospital de Britânia”, contou o major André Luiz Gonçalves, um dos responsáveis pela comunicação dos Bombeiros.

Ainda de acordo com ele, acidentes com arraias são comuns no Rio Araguaia, assim também como no afluente Rio Vermelho, em Arauanã. No entanto, alguns cuidados, segundo o major, podem ser tomados para evitar ser atingido pelo ferrão do animal, que é venenoso.

“É uma arraia muito comum no Rio Araguaia, ela gosta de ficar onde tem mais barro. Então, se tem barro é bom ter muito cuidados quando entrar na água. O ideal é entrar arrastando os pés que aí ela vai sair. Se pisar no dorso dela, a uma reação e ela atinge com o ferrão”, afirmou o major.

Gonçalves disse ainda que uma ferroada de arraia é extremamente dolorida. “Assim que a pessoa for atingida, deve buscar imediatamente o recurso médico para tratar a dor e combater a possibilidade de infecção. O ferrão das arraias tem muitas toxinas, que podem causar muita infecção e gangrena”, informou.

No Hospital Municipal de Britânia, para onde a vítima foi levada, a informação é de que ela já recebeu alta na tarde desta terça após ser medicada.

“Ela recebeu atendimento com a primeira dose de antibiótico. No caso dela, o médico abriu a ferida, fez a limpeza do veneno e fez a medicação. Como ela teve uma melhora e não estava mais com muita dor, foi liberada”, disse a enfermeira Jhiessica Brenda da Silva Neiva, relatando também que é comum atender a vítimas de arraia nos rios da região.