Daltinho lembra que ‘salvou’ vidas com UTI´s aéreas no Araguaia

Com atuação forte na saúde, o parlamentar ficou conhecido com o deputado que salva vidas

Por Assessoria 06/09/2018 - 08:01 hs

Uma das principais demandas da região do Araguaia sem dúvida é a saúde. Com poucos hospitais atendendo somente baixa e média complexidade, a região padece de com a falta de investimentos.

Em 2017, o patriota Adalto de Freitas (Daltinho), reassumiu a cadeira de deputado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. De lá pra cá, Daltinho lutou para aumentar o repasse do governo estadual ao hospital de Barra do Garças (Milton Morbeck), que era apenas 180 mil reais, e passou para mais de 1 milhão por mês.

Depois que assumiu o mandato no lugar de Zé Pátrio (prefeito de Rondonópolis), em menos de dois anos no cargo, Daltinho destinou mais de 14 milhões de reais em emendas que foram destinadas à saúde do Araguaia.

Daltinho lembra que desde seu primeiro mandato, iniciado em 2006 a situação era ainda mais crítica, naquele período ele já atuava com um ‘socorrista’ da saúde no Araguaia, que contava somente com sua representação na AL. “Naquela época era muito mais complicado, sem quase nada de estradas, hospitais distantes, prefeituras sem ambulâncias, o povo que padecia”, disse.

O deputado disse que chegou a ser chamado de ‘o deputado das UTIs’, pois como o Araguaia é a região mais fraca do Estado, isso fazia com que tudo ficasse mais difícil, a exemplo de uma UTI aérea no caso de uma emergência.

Em Cuiabá, Daltinho montou uma equipe só para atuar na área da saúde. Com o acesso que tem no governo de Pedro Taques e ao Sistema Único de Saúde (SUS), conseguiu viabilizar de forma mais rápida o atendimento para pessoas que necessitavam ser socorridas, para não morrerem.

Em todo o estado de Mato Grosso mais de 500 pessoas foram beneficiadas com o resgate aéreo ou cirurgia de urgência. Só na semana passada foram 10 atendimentos feitos pela Unidade de Pronto Atendimento Aéreo. Ao concluir, Daltinho disse, “não sou médico, mas posso intervir para ajudar que pessoas vivam, e suas famílias sorriam ao invés chorar”.